Para mim, esse BBB 20 foi a pena que faltava para o camelo arriar. Não lembro de ter pegado tanto ranço de alguma coisa nesses últimos tempos. Fizeram uma polarização inesperada, pois o programa se propôs a dividir os participantes em famosos e anônimos. No entanto, na prática, a casa ficou dividida entre fadas sensatas e machos escrotos. A cada justificativa de voto, a cada twittada, a minha aversão ia aumentando e eu nem entendia porque. Acusavam os homens de um assédio que não existia quando nem mesmo as mulheres estavam reclamando e aquilo ia me fervendo o sangue de uma forma que nunca pensei que um programa de televisão fosse capaz de fazer. Os machos foram saindo sob o manto da sororidade, sendo que eu assistia as outras temporadas procurando um favorito independente de gênero, raça, ideologia ou opção sexual, pois eu procurava me identificar com os valores apresentados exclusivamente no programa. Dessa vez, inventaram uma luta fútil com a desculpa de desmontar a proposta de um teste de fidelidade do início da temporada. Sinceramente, isso foi a coisa mais tosca que alguém poderia propor como centro de uma aliança. Então, as coisas começaram a perder o sentido, a graça... a beleza de assistir. Ainda acompanhei até a saída do Prior porque tinha a esperança de não ser um jogo de cartas marcadas. Depois que ele saiu, ficou evidente que nenhum homem jamais ganharia. A perseguição era evidente dentro e fora da casa. As torcidas organizadas por entidades que jamais saberemos quem de fato são, combinavam mutirões para manter somente as fadas. Nas outras temporadas, as mulheres ainda eram até bonitas, mas dessa vez só sobrou luta ideológica. O programa deveria se chamar Big Sister Brasil e convocar só mulheres e então acabaria com a luta fútil contra os machos escrotos. Não acompanharei mas nenhum BBB, a não ser que os votos sejam por CPF e não permita que ninguém vote várias vezes.
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