Cine Araújo, 15 de novembro de 2016, Rio Branco.
Feminismo extremado. No início, parece que a mulher é culpada, mas depois ela se une a outras e acaba descobrindo que o responsável pelo assassinato é o seu ex-marido "opressor". É incrível esse jeito americano de fazer cinema. Eles sabem construir uma trama de um modo que o espectador pense mil coisas que no final não serão as que se apresentarão no desenrolar da trama. Ainda por cima, colocam vitimização feminista. Não sei se esse tipo de propaganda está sendo mais frequente ou se era eu que não prestava atenção antes.

Nenhum comentário:
Postar um comentário